Sobre as rodas em uma estrada, sentindo o vento dos 100km/h passar sobre meus cabelos, me convida a olhar a paisagem e mergulhar no que se diria sinônimo de nostalgia, o pretérito perfeito das lembranças começa a misturar-se com as ilusões em cima de esperanças invocando novamente o passado imperfeito no desejo deste conjugar-se no futuro ( ah quisera eu que o Ava tornar-se o ará do Ari) , assim minha sopa alucinógena deixaria de ser insípida e tomaria forma do mais leitoso caldo de canja!
Viajar parado mostra-se tão interessante quanto estudar o cosmo para um físico!
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